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Analyse sobre a justica do commercio do resgate dos escravos da costa da Africa

Acervo: 
Alberto Lamego
Ano: 
1808
Autor: 
Jose Joaquim da Cunha de Azeredo Coutinho
Editora: 
Joao Rodrigues Neves
Local: 
Lisboa
Resumo: 

Através de argumentos religiosos o autor busca provar o quão era importante, tanto à metrópole quanto às colônias, fazer-se exercer o comércio de escravos, "para o seu maior bem, ou para o seu menor mal". Rebate as críticas ao comércio de escravos atacando os Contratos Sociais e as visões revolucionárias de Humanismo, como coisas antinaturais e que destruíam a ordem social. Acrescenta ainda que as Leis humanas não são absolutas, mas relativas, circunstanciais, e que as necessidades da existencia propiciaram tanto as leis de direito da propriedade quanto as de direito da escravidão. Ao final do volume propõe uma lei que obrigasse os senhores a não abusar da condição de seus escravos.